Minimalismo: 5 passos para simplificar a vida

Olá meus amores!

Como prometido, hoje trago-vos um artigo com 5 dicas para uma vida mais minimalista! Não sou, de todo, uma pessoa minimalista, mas tento aplicar estas dicas para começar a desenvolver desapego das coisas (mesmo aquelas que mais gosto) e para conseguir ter uma vida mais calma!

Talvez muitos de vocês pensem que o minimalismo é algo demasiado radical, em que é necessário fazer quase um voto para não comprar nada, não ter quaisquer tipo de bens e viver isolado da sociedade! Pelo menos para mim o minimalismo não é nada disso – serve de inspiração para o desapego, principal. Serve de motivação para ser mais inteligente em certas coisas e para conseguir fazer escolhas mais inteligentes! Por isso espero mesmo que gostem! Vamos lá às minhas dicas! Vou dividi-las em quatro áreas!

  • Tecnologia

Esta não é uma área fácil para mim, mas tenho posto em práticas algumas coisas.

  1. Computador: Em primeiro lugar tenho tentado ter o meu ambiente de trabalho do PC organizado – isto facilita imenso tanto para conseguir descobrir todos os ficheiros que tenho no meu PC, como também para perceber onde devo colocar o que descarrego (seja da minha câmara, da internet, enfim!).
  2. E-mail – Para mim é super importante não ter centenas de e-mails por ler: fico completamente perdida e nunca sei a quantas ando! Então passei a ler assim que posso os e-mails e a dar resposta também, consegui cancelar subscrição de newsletters que não me interessam e apagar e-mails que não me fazem falta.
  3. Telemóvel – Tento também organizar o meu telemóvel e vou libertando espaço, seja por apagar fotografias que já tenho guardadas no computador ou na cloud ou até mesmo apagando as aplicações que já não uso!
  4. Redes sociais – tenho tentado perceber que género de conteúdo eu gosto de ver e tento seguir pessoas que me despertam interesse. Confesso que ainda não estou 100% satisfeita com a quantidade de pessoas que sigo e a quantidade de conteúdos que leio, mas tenho tentado reduzir ao máximo para aquelas que efectivamente me interessam e o sentimento é libertador!

  • Produtos de supermercado

E não só! Todo o tipo de produtos que consumimos, até mercearias e aquelas pequenas bugigangas decorativas!

  1. Decoração: Está provado (por mim mesma né?) que ter um ambiente visualmente “livre” de demasiados produtos ajuda a sentirmo-nos mais organizados e traquilos! Por isso é muito importante “limparmos” as superfícies dos móveis lá de casa, deixá-las mais vazias e “arejadas”!
  2. Produtos de higiene e maquilhagem: Esta dica que vos vou dar deu-me imenso jeito, principalmente no que toca a artigos de maquilhagem e higiene. Estou a tentar acabar os produtos que tenho, antes de comprar novos. Se tiver um gel de limpeza inteiro, não vou comprar outro, mesmo que esteja com imensa promoção! Quando precisar até pode continuar em promoção, estar novamente em promoção ou eu mesma posso preferir de outra marca ou gama!

 

  • Roupeiro

  1. Roupa que tenho no armário: Esta talvez seja a área em que tenho mais dificuldade de aplicar o minimalismo. Tenho bastante roupa, calçado e acessórios, em perfeito estado e por isso custa-me desfazer-me de tanta coisa. Mas tenho feito um esforço por ser realista: se tenho umas calças que não uso há 3 anos, será mesmo provável que volte a vesti-las? Não me parece! Então está na hora de lhes dar uma nova vida, dando ou vendendo, por exemplo!
  2. Roupa que gostava de ter no armário: tento fazer compras mais inteligentes e isso passa por comprar peças mais básicas e que eu sei que me ficam bem, sem arriscar demasiado e tentar estar sempre na vanguarda da moda, comprar peças com qualidade que durem anos sem se estragar e comprar apenas coisas que eu preciso e me dão jeito. Algo que me tem ajudado bastante é pensar no preço por uso de cada peça. O preço por uso ajuda-nos a entender se nós vamos efetivamente usar assim tantas vezes aquela peça para compensar o dinheiro. Por exemplo: será que faz sentido comprar um acessório que vamos usar apenas num casamento? O preço por uso vai ser o preço total daquela peça. Se calhar não faz sentido! Faz mais sentido tentar pedir emprestado a alguém ou comprar algo que, não sendo o que fica melhor no nosso conjunto, vamos certamente usar muito mais vezes – menor preço por uso!
  3. Roupa que tenho espalhada por todo o lado: todos temos “aquela” cadeira, certo? Vamos lá fazer um esforço de arrumar tudo no armário, em vez de simplesmente atirarmos para a cadeira! Assim que chegamos a casa, é mais fácil colocar tudo no armário do que atirar cada coisa para seu canto com a preguiça de arrumar. Porque surprise, surprise vamos ter de arrumar mais tarde ou mais cedo!

 

  • Uso do tempo

Esta é a área em que eu tenho mais dificuldade de gerir. Porquê? Porque eu tenho imensa dificuldade em que dizer “não”. Eu tento SEMPRE encaixar tudo na minha agenda mas o tempo não estica. Então é importante priorizar a nossa vida, não dizer que sim a tudo e pensar também um bocadinho na nossa paz mental. Quando tentamos fazer 20 coisas quando só temos tempo para 15 acabamos por ficar super stressados e não fazemos nada em condições. Então é importante fazer até listas de tarefas, que sejam realistas e que nos ajudem a entender se temos tempo para fazer tudo o que temos de fazer. Isto ajuda-nos a poupar tempo que gastaríamos a refazer algo que fizemos à pressa e a ganhar tempo para nós mesmos também!

 

  • Objetivos de vida

Quem nunca teve uma lista de objetivos completamente desenquadrados da sua realidade, que nunca atingiu por não planear? Pois, eu também! No seguimento da dica das listas, é importante fazermos uma lista com 3 tipos de objetivos: a curto, médio e longo prazo! É muito mais realista dividir desta forma os objetivos! É mais fácil concretizar objectivos e alcançar determinada meta quando temos tudo escrito e estrutado, certo?

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Desapego.

Já há algum tempo que tenho tentado olhar para tudo o que me rodeia de uma forma mais simples e, melhor ainda, mais leve. Tenho tentado perceber o que realmente preciso, o que realmente me poderá fazer falta e o que quero mesmo manter por perto – seja em termos materiais, emocionais, mentais.

Mas nada disto é fácil. Questionarmo-nos não é pêra doce! Não é fácil admitir que precisamos de ajustar o foco. Não é fácil aceitar que, por vezes, precisamos de ajuda para ultrapassar algum problema. Claro que é difícil admitir que se está errado! Por isso mesmo é que considero que é cada vez mais importante dar prioridade ao nosso equilibro interior, colocando-o à frente do orgulho. Perceber qual é o nosso ponto de equilíbrio e trabalha-lo até que ir ajustando o foco seja algo natural.

Mas porque é que é tão importante aceitar que precisamos ajustar o foco de vez em quando?

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Inseguranças.

Convém salientar, para começar, que uma insegurança, para mim, não é um simples defeito. Uma insegurança é uma característica pessoal que tentamos mudar, sem sucesso. É algo que nos incomoda profundamente, mas que não conseguimos alterar. Uma insegurança, levada ao extremo, pode sim condicionar a nossa vida, a vida de qualquer um de nós.

Inseguranças – Elas existem e às vezes parecem grandes demais para as conseguirmos suportar. Claro que é muito fácil dizer a alguém que uma insegurança não faz sentido. Difícil é ouvir exatamente as mesmas palavras dirigidas a nós.

É muito difícil aprender a lidar com alguma coisas que gostaríamos de mudar. É difícil lutar contra estereótipos de beleza, de inteligência ou do que é socialmente popular e aceitável. É difícil lidar com uma angustia, um nervosismo que parece não ir embora. É extremamente doloroso ouvir, constantemente, uma voz a dizer “não és capaz”. E se essa voz vier da nossa cabeça? Pior ainda! É difícil ser diferente duma maioria generalizada. É difícil porque não é popular. E o ser humano tem necessidade, vontade, de pertencer a algum lugar. E pensar nisso faz-me perceber o que é que realmente é o cerne das inseguranças.

Sinceramente não acredito que o problema resida nas inseguranças em si. Acho que o problema está nas pessoas que nos rodeiam. Ainda não vivi propriamente muito tempo mas já vivi o suficiente para saber que as pessoas são seres difíceis. As pessoas podem ser muito cruéis, para quem menos merece e para quem está menos preparado para lidar com o confronto. Nem todas as pessoas têm bom íntimo e algumas sempre foram habituadas a produzir ódio em forma de palavras. Algumas, por não saberem lidar com as suas próprias inseguranças, aprendem a proteger-se, ridicularizando os outros. Aprender isso, sentir isso na pele, é capaz de ser um dos sentimentos mais aterradores de sempre. Mas todos passamos por isso, em alguma fase da nossa vida e quanto mais cedo percebermos que nem todas as pessoas vão aceitar as nossas diferenças melhor para nós.

Custa, claro que sim. Principalmente porque sabemos que vai ser muito difícil encontrar alguém que nos compreenda a 100%, que compreenda as nossas inseguranças e saiba exatamente o que dizer. Por isso mesmo, só valerá a pena manter por perto alguém que fique do nosso lado, mesmo quando não nos compreende; alguém que não se vá embora quando formos ridículos, quando dramatizarmos ou quando a realidade nos bater como areia num dia de ventania. É preciso encontrar alguém que fique, mesmo sem nos dar razão quanto às nossas inseguranças. Só vale a pena manter por perto aqueles que nos aceitam, com os nossos defeitos, lutas e inseguranças – são estas as pessoas que temos de procurar.

Acaba por ser poético que a chave para vencer as inseguranças sejam as pessoas, certo? Mas é mesmo esse o segrego! E as pessoas que mais podem contribuir para isso somos nós próprios. É importante aprender a aceitar que não vamos conseguir agradar a todos – nem vamos querer fazê-lo. É importante aprender a ouvir “não”, a perceber os nossos pontos fracos e fortes e a valorizarmo-nos, digam os outros o que disseram. É importante ser humilde, mas não humilde demais ao ponto de nos deixarmos pisar.

É fundamental lutar pelo que podemos mudar e aceitar o que não podemos. Lembrarmo-nos de que tudo é relativo ao ponto de tomar a proporção que lhe quisermos dar.

Mais do que tudo isto, é crucial que todos os dias nos mentalizemos que ter inseguranças é normal. Que toda a gente no mundo se sente insegura de vez em quando e que isso não faz de nós pessoas mais fracas – faz de nós humanos apenas!

Se por aí estiver alguém a lutar, todos os dias, contra uma insegurança, seja ela qual for , que saiba que não está sozinho. Garanto que não. Basta olhar para o lado para ver que todos temos inseguranças. As vidas não são tão perfeitas como as redes sociais querem transparecer. Toda a gente tem dias maus – de mau humor, de mau cabelo, em que está de mal com a vida. Mas passam. É a característica mais maravilhosa de tudo o que é mau – tudo passa! Por isso nunca deixem de fazer seja o que for com medo do que os outros vão dizer ou pensar. No fundo, tudo passa. E as oportunidade podem não voltar mais.

 

Um beijinho,

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